"Penosamente surpreendido, prossegui no exame da situação, verificando com espanto que o embrião reagia ao ser violentado, como que aderindo, desesperadamente, às paredes placentárias. A mente do filhinho imaturo começou a despertar à medida que aumentava o esforço de extração. Os raios escuros não partiam agora só do encéfalo materno; eram igualmente emitidos pela organização embrionária, estabelecendo maior desarmonia."É um texto triste, mas que nos lembra qual deve ser a posição dos espíritas em relação ao aborto. Hoje em dia, a mídia e os formadores de opinião tentam vestir o tema como direito da mulher e problema de saúde pública. É um erro. Desde a fecundação, já existe um Espírito destinado ao embrião em formação. Negar a vida a um irmão reencarnante é desobedecer às leis de Deus.
Carmem Bezerra
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